Da passagem de Lucas 7:1-10 o versículo principal para mim hoje é:
Senhor, não te incomodes, porque não sou digno de que entres debaixo do meu telhado; e, por isso, nem ainda me julguei digno de ir ter contigo; dize, porém, uma palavra, e o meu criado sarará.
Identifiquei o capitão romano como minha alma (carne) e o servo enfermo como meu espírito. O espírito precisa da cura de Jesus, Jesus está indo curá-lo, mas a carne quer impedi-lo de se aproximar. O capitão pensa que precisa ser "bom" para ser atendido por Jesus, mas Jesus realiza seu pedido somente porque o capitão teve fé. Mas como é difícil aceitar que Jesus se importe com o que creio e não com o que faço de certo ou errado.
Minha oração é:
Jesus, hoje eu não sou digna de que se aproxime de mim e cure meu espírito. Não somente porque minhas obras não são boas, mas porque minha fé é tão pequena, em dias como hoje, quase inexistente. E eu tenho acreditado tanto nessa minha falta de dignidade que me escondo de você e dificulto o seu trabalho. Mas eu preciso de você. Jesus, me ensina a receber sua sensibilidade, me constrange ao ponto que eu abandone toda minha incredulidade, ao ponto que eu aceite o seu poder e como você é soberano. Porque eu sei tudo isso na minha cabeça, mas eu preciso disso no meu espírito. Senhor, eu clamo para que o seu sangue possa ser manifestado pela minha fé, que eu aprenda que você não precisa mesmo se aproximar de mim para me curar, mas que é seu desejo e prazer se aproximar e que você não liga para como está tudo bagunçado, sujo, abandonado e enfermo. Me ajuda a aceitar que você veio para mim, para minhas doenças, dores e fraquezas. Eu estou cheia de conflitos, meu coração hoje está pesado como se quilos o comprimissem, mas de alguma forma eu peço a você que movimente as águas da minha esperança.
Mesmo do meu jeito torto, mesmo sendo toda errada, eu te amo Jesus.
terça-feira, 1 de março de 2016
quinta-feira, 28 de janeiro de 2016
Somos todos uns esquisitões! #leituradinâmica
A regra da graça: Somos todos uns esquisitões, mas Deus nos ama mesmo assim. (Maravilhosa Graça - Philip Yancey)”
A despeito de muitas regras a
respeito do que era impuro ou não no Antigo Testamento, Deus foi muito claro
com Pedro em Atos 10 ao revelar que ele precisaria falar do evangelho aos
gentios. Pedro, um legítimo judeu obedeceu e deu início ao mover do Espírito
Santo em quem quer que cresse. Jesus Cristo em todo seu ministério foi também
bastante incisivo no que diz respeito aos tipos de relacionamento que o
agradavam. Jesus não amparava o mal, nem descumpria a lei, mas ao contrário
disso ele inverteu a fonte das coisas, cumprindo a lei, porém não se
contaminando mas limpando o outro.
Nesse trecho do livro o autor
fala sobre uma revolução de graça, sobre um novo tempo, o novo testamento. Um
olhar diferente a respeito do que Deus estabelece sobre a pureza e impureza das
coisas e pessoas. Ele discorre ainda sobre o acesso ao Pai, sobre chamarmos Aba
ao todo poderoso e amoroso Pai. A forma como Jesus nos iniciou num processo de
aproximação e de direito concedido a sermos acariciados pela graça como pessoas
completamente esquisitas. Ele nos ama com todo nosso defeito porque garante que
pode nos consertar.
Trecho do meu resumo do livro A Maravilhosa Graça, de Philip Yancey -CAPÍTULO 12 – Esquisitices, não
Larissa Mazaloti
domingo, 24 de janeiro de 2016
#leituradinâmica
Em tempos de diversidade
religiosa e uma imposição pela liberdade de culto, religiões, doutrinas e
seitas não faltam. O que pode se destacar no cristianismo? Apenas no
cristianismo se ousa dizer que você nada precisa fazer para ser amado por Deus.
O amor do Criador não depende do nosso desempenho. Nesse capítulo quatro
parábolas são reescritas com histórias de contextos atuais. Nelas, a dracma
perdida, a volta do filho pródigo, a dívida perdoada, o banquete para
desconhecidos significam o prazer do reencontro do que estava perdido. Deus tem
especial satisfação na redescoberta, e ela só é impedida pela falta de perdão.
O único obstáculo para o perdão de Deus é a nossa relutância.
A graça abraça três momentos
vivenciados por Deus e por nós: a perda, a redescoberta e o júbilo. Mas quando
vivemos ausência da graça enxergamos a situação de maneira errada, não
conseguimos compreender que para Deus a volta de um pecador é valiosa, como a
centésima ovelha que faz o pastor deixar as 99 no aprisco, para buscá-la. Mais
uma vez: a salvação não tem a ver com o que fazemos.
Trecho do resumo que fiz do livro A Maravilhosa Graça, de Philip Yancey: Capítulo 4: O Pai que sofre por amor
Larissa Mazaloti
quarta-feira, 25 de novembro de 2015
Quanto dessa fé perseverante?

Meditação (devocional) - 25/11/2015 - Lucas 18: 1-8
Amo quando estou orando e lembro de alguma passagem na bíblia que revela algo muito particular sobre o que Deus quer colocar em nosso coração. Ontem aconteceu isso e hoje pela manhã eu meditei em Lucas 18:1-8, que na bíblia a Mensagem está como “A história da viúva insistente” e na Scofield está como a “parábola da insistência recompensada”.
Antes de expor os passos da
meditação, para você que não conhece a história, brevemente gostaria de relatar
a respeito dessa cidade em que havia um juiz que não temia a Deus e nem se
importava com os homens. E nessa cidade tinha uma viúva que batia de forma
insistente na porta desse juiz, pedindo que ele resolvesse um caso dela, um
caso de violação de seus direitos. E o juiz um dia decidiu que ia atendê-la e
resolver seu problema para que ela não voltasse mais. Então Jesus questiona, se
esse juiz “sem coração” atendeu ao pedido da viúva, Deus não atenderia aos que
buscam Ele?
Tirei como verso principal o 8: “Digo-vos
que depressa lhes fará justiça. Quando porém vier o Filho do Homem, porventura
achará fé na terra?”. Quando falamos de fé podemos nos remeter a fé que não
cristãos tem na vida, nas pessoas, fé no futuro. Mas nessa passagem, segundo a
nota de referência, Jesus fala da fé no conjunto da verdade revelada e por isso
gostei também da versão A Mensagem que pergunta: “quanto dessa fé persistente o
Filho do Homem vai encontrar na terra quando voltar?”.
Entendi duas palavras-chaves com
diferentes significados na lição principal. Relacionamento e
confiança. Esse tipo de fé tratado no texto só é possível através da revelação que vai além do intelecto e depende de um relacionamento com Jesus através da mensagem do evangelho e da oração diária. Todos os dias um bate-papo sincero, leve, livre... Quando Jesus menciona o pedido insistente da viúva Ele está nos dizendo: não tenha medo de insistir, eu quero mesmo me relacionar com você! Já a confiança me fez ter um link com o capítulo anterior (Lucas 17:31), que fala sobre a volta de Jesus. Ele mesmo orienta para que nesse dia aquele que estiver no telhado fazendo algum conserto não tente descer para pegar algo que queria guardar, mas confie, e permaneça onde e como está, pois quem tentar salvar sua vida vai perdê-la, mas quem perdê-la, irá se salvar. Isso tem muito a ver com entregar as coisas que mais damos valor, tendo a certeza de que em nada sairemos perdendo. Isso é confiança, porque Deus sabe o valor que as coisas têm para nós. Além disso também conectei quando Jesus diz que se o juiz mau atende a um pedido, como Deus não atenderia aos seus escolhidos, ao verso de Mateus 6, que diz que se Deus veste os lírios do campo e dá de comer as aves que nada fazem, quem dirá aos homens que tem valor para Deus.
confiança. Esse tipo de fé tratado no texto só é possível através da revelação que vai além do intelecto e depende de um relacionamento com Jesus através da mensagem do evangelho e da oração diária. Todos os dias um bate-papo sincero, leve, livre... Quando Jesus menciona o pedido insistente da viúva Ele está nos dizendo: não tenha medo de insistir, eu quero mesmo me relacionar com você! Já a confiança me fez ter um link com o capítulo anterior (Lucas 17:31), que fala sobre a volta de Jesus. Ele mesmo orienta para que nesse dia aquele que estiver no telhado fazendo algum conserto não tente descer para pegar algo que queria guardar, mas confie, e permaneça onde e como está, pois quem tentar salvar sua vida vai perdê-la, mas quem perdê-la, irá se salvar. Isso tem muito a ver com entregar as coisas que mais damos valor, tendo a certeza de que em nada sairemos perdendo. Isso é confiança, porque Deus sabe o valor que as coisas têm para nós. Além disso também conectei quando Jesus diz que se o juiz mau atende a um pedido, como Deus não atenderia aos seus escolhidos, ao verso de Mateus 6, que diz que se Deus veste os lírios do campo e dá de comer as aves que nada fazem, quem dirá aos homens que tem valor para Deus.
O mandamento é: confie, confie,
confie!
E a promessa de que Deus é justo
a respeito das coisas que pedimos a Ele e conforme nossa fé como condição para
esse relacionamento de confiança, nos fará justiça!
Deus não aspira ser nosso ídolo,
nem nosso caixa eletrônico, nem nosso pronto-socorro, embora haja Nele poder
para ser tudo isso, ele quer que o conheçamos para nos encontrar com o que
somos.
Larissa Mazaloti
terça-feira, 24 de novembro de 2015
Como a fraqueza gera poder?
Se você é cristão, com certeza já
ouviu falar do espinho na carne de Paulo, em 2 Coríntios 12. Se você não é
cristão e nunca ouviu falar, o espinho na carne é algo em nós, físico ou
emocional, um hábito ruim que nos prejudica ou prejudica outras pessoas, um
vício, um traço de personalidade que sempre nos coloca em alguma encrenca. Na
bíblia, o espinho na carne é chamado de FRAQUEZA.
No versículo 3, que considerei o
principal hoje, Paulo fala da resposta de Deus após ele orar 3 vezes pela mesma
fraqueza que a bíblia não define qual é: "E disse-me: a minha graça te
basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza. De boa vontade, pois, me
gloriarei nas minhas fraquezas, para que em mim habite o poder de Cristo".
Pode parecer difícil,
especialmente para o cristão compreender como Deus pode "deixar" que
nossa fraqueza permaneça em nós, que mesmo com nossa dor, com nosso
arrependimento e diante do perdão de Deus sobre ela ainda assim ela ainda
esteja em nossa mente, em nosso corpo, em nossas emoções.
A lição não é a de
que Deus precisa ou usa nossas fraquezas, se aproveitando disso para manifestar
seu poder, como alguns não-cristãos possam concluir, mas a lição é de que todos
nós temos uma fraqueza, alguns mais forte, outros mais
"controláveis", mas temos porque nossa natureza humana é pecaminosa.
Então Deus vem e nos diz: tudo bem, vamos fazer dessa sua fraqueza, o seu
motivo de prazer em dizer: o poder desse Deus que eu acredito está em me fazer
saber da fraqueza, conviver com ela mas não me entregar a ela.
Por isso, o mandamento é que nosso amor por
Deus deve estar acima de qualquer outra coisa (qualquer outra coisa mesmo!) e
deve ser de todo coração, de toda alma, de toda mente, de todo corpo, porque
assim, onde esse espinho na carne estiver, ali estará esse poder.
"Minha graça te basta"
é a grande promessa dessa passagem! É uma garantia, uma certeza de que há algo
que nos sustenta, que ocupa lugar em nós. A graça é aquilo que Deus nos dá sem
nosso merecimento ou sem nosso esforço: não depende de nós. É a promessa de que
mesmo que pareça que estamos perdendo, estamos ganhando! E para isso as
condições são confiança, humildade e disposição para que Deus nos faça
resistentes.
Minha fraqueza não deve ser
motivo de culpa, pois a reconheço e a enfrento sabendo que eu não tenho
capacidade de vencê-la, mas que Deus de forma sobrenatural está pronto a
segurar esta barra comigo. Precisamos tirar a imagem da cruz de Cristo de nossa
imaginação e trazê-la para nossa realidade. Que sentido teria tudo aquilo se
ainda estivermos em condenação?
Larissa Mazaloti
Como receber o não para uma boa intenção
1 Crônicas 28
O versículo principal para mim
foi o 3: "Porém Deus me disse: não edificarás casa ao meu nome, porque és
homem de guerra, e derramaste muito sangue".
Davi, rei de Israel, que a bíblia
traz como um homem segundo o coração de Deus, tinha o grande sonho de construir
um templo, uma casa para abrigar a Arca da Aliança. Mas por causa das inúmeras
guerras que Davi venceu contra os povos inimigos e o número de pessoas que
foram mortas por sua espada, Deus não o autorizou, mas prometeu que o templo
seria construído pelo sucessor de Davi.
A lição principal é que mesmo
sendo escolhidos de Deus, mesmo andando com Deus, assim como Davi, muitas vezes
nossa melhor intenção não é a intenção do Senhor e precisamos ser humildes o
bastante para receber o não de Deus e confiar na sua promessa. E essa confiança
tem que ser o bastante para não nos acharmos rejeitados por Deus. Davi
continuou seu reinado, só que o templo não sairia de suas mãos.
O mandamento de Deus nesse
capítulo é o de que Salomão, filho de Davi guardasse a Palavra de Deus,
mantendo-se fiel para que pudesse realizar a obra do templo. A promessa de Deus
confirma total fidelidade Dele a Davi, já que de qualquer forma o templo seria
construído por sua descendência. Para essa promessa se cumprir houve algumas
condições citadas, como: perseverança, atitude de busca a Deus, servidão.
Nós caímos no erro de imaginar
que nossos planos são bons, que estamos fazendo o bem. E isso pode se tornar
obstinação, rebeldia, e provavelmente um desvio do caminho, afinal, fazer nossa
vontade própria já é desviar. Que possamos planejar e desejar menos, para ouvir
mais a voz de Deus. Com essa meditação Deus falou comigo diretamente a respeito
de um planejamento que fiz ontem, e pude entender algumas alterações, não
porque Deus não vê potencial em mim, mas porque talvez eu tenha derramado muito
sangue em alguma área e seja cedo demais para lidar com ela. É só uma questão
de tempo.
Larissa Mazaloti
segunda-feira, 17 de agosto de 2015
Assinar:
Postagens (Atom)

















