A regra da graça: Somos todos uns esquisitões, mas Deus nos ama mesmo assim. (Maravilhosa Graça - Philip Yancey)”
A despeito de muitas regras a
respeito do que era impuro ou não no Antigo Testamento, Deus foi muito claro
com Pedro em Atos 10 ao revelar que ele precisaria falar do evangelho aos
gentios. Pedro, um legítimo judeu obedeceu e deu início ao mover do Espírito
Santo em quem quer que cresse. Jesus Cristo em todo seu ministério foi também
bastante incisivo no que diz respeito aos tipos de relacionamento que o
agradavam. Jesus não amparava o mal, nem descumpria a lei, mas ao contrário
disso ele inverteu a fonte das coisas, cumprindo a lei, porém não se
contaminando mas limpando o outro.
Nesse trecho do livro o autor
fala sobre uma revolução de graça, sobre um novo tempo, o novo testamento. Um
olhar diferente a respeito do que Deus estabelece sobre a pureza e impureza das
coisas e pessoas. Ele discorre ainda sobre o acesso ao Pai, sobre chamarmos Aba
ao todo poderoso e amoroso Pai. A forma como Jesus nos iniciou num processo de
aproximação e de direito concedido a sermos acariciados pela graça como pessoas
completamente esquisitas. Ele nos ama com todo nosso defeito porque garante que
pode nos consertar.
Trecho do meu resumo do livro A Maravilhosa Graça, de Philip Yancey -CAPÍTULO 12 – Esquisitices, não
Larissa Mazaloti
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