segunda-feira, 25 de abril de 2016

As nações e o Livro #leituradinâmica

Durante minha ETED, no ano passado li e resumi alguns capítulos do livro do Loren Cunninghan, fundador da YWAM (JOCUM - Jovens Com uma Missão), e compartilho com você minhas anotações sobre o primeiro capítulo.
Recomendo a leitura:
O Livro que Transforma Nações e Fator Melquisedeque, de Don Richardson

Capítulo 1 – Perdendo e Encontrando o Livro


O primeiro capítulo do livro O Livro que Transforma Nações, de Loren Cunninghan dá um sentido às minhas perguntas a respeito de onde foi que a humanidade se perdeu de Deus. É verdade que a origem mesmo está lá no Éden, mas as Leis de Deus, porque foram ou ainda são ignoradas nas mai
s variadas partes do mundo? Nesse livro o por quê está em algum fato histórico de cada povo, onde eles realmente perderam o Livro de Deus, independente da posterior vinda de Jesus e o Novo Testamento. Mas no livro de Dom Richardson, O Fator Melquisedeque há um alento para essa situação, porque comprovadamente, nos mais remotos povoados existe uma revelação do Deus único e maior, há um terreno preparado para o evangelho. O Livro talvez tenha sido perdido, roubado, escondido, mas Deus está lá. O relato de Loren acerca da tristeza do povo do Himalaia por ter perdido o Livro e a alegria de reencontrá-lo me dão uma certeza muito forte desse cordão umbilical que há entre nós e nosso Criador. O Rei Josias, que com apenas 8 anos assumiu um trono corrompido pela idolatria e violação do templo do Senhor, e que aos 26 anos ouviu as Leis do Senhor e sentiu crescer em seu coração o peso de tudo o que havia sido feito naquele lugar contra Deus, mas que arrependeu-se e colocou luz sobre a vida daquela gente. Mesmo que depois os reis que o sucederam tenham retrocedido, Josias é para nossa geração o exemplo de que uma pessoa movida pelo Espírito Santo pode transformar um lugar.

sábado, 9 de abril de 2016

Espelho

Baseado em:
  •  1 Coríntios 13:12
  •  2 Coríntios: 3:18
  •  Salmos 139
  • Livro As Confissões, de Agostinho de Hipona (Livro Décimo)

Mas que amo eu quando Te amo?

Jamais poderei amar-me sem conhecer-me, porém não posso me conhecer se não conheço Você e somente uma parte de Você eu vejo, como que por espelho.

Porque nem a mim mesma posso ver face a face, estranho seria sair de mim e me encarar.
Porque mesmo de frente comigo no espelho, apenas uma parte está refletida.

Mas quando eu olho para Você que me vê por inteira, então alguma noção eu posso encontrar daquilo que sou.

Porém a sua sinceridade é assustadora: por que não poderia Você medir as palavras a meu respeito?

Porque me acostumei com a mentira, a sua verdade eu, muitas vezes rejeito.

Numa mínima parte sua cabe o meu todo, afinal, que tamanho tenho eu diante de Você, que elaborou cada centímetro do meu ser?

E se olho para qualquer um que meus olhos alcançam, ainda não vejo por inteiro. Nunca verei nada inteiro?
Precisarei mesmo seguir os seus passos? Porque quando não o sigo, Você me persegue: se subo no mais alto prédio para de lá me atirar ou se desço na profundeza dos poços da vida para me afogar, lá está Você, insistindo na pequena parte que posso ver.

O mesmo espelho que me revela apenas em parte, é o espelho que sou para aquele que era cego e de repente enxergou: mas que imagem ele vê em mim? Será que ao menos consigo refletir em parte aquilo que o cego que agora vê, deseja ver face a face?




quinta-feira, 7 de abril de 2016

Sinceridade é liberdade, liberdade é sinceridade

A justiça do sincero endireitará o seu caminho, mas o perverso pela sua falsidade cairá. - Provérbios 11:5
 Não havendo sábios conselhos, o povo cai, mas na multidão de conselhos há segurança - Provérbios 11:14
 Ora, não há nada mais enganoso e irremediável do que o coração humano, e sua doença é incurável. Quem é capaz de compreendê-lo? – Jeremias 17:9

Todo ser humano está apto a lutar para ser completamente sincero, porque lutar por sinceridade é lutar por liberdade.
Dependentes em recuperação - seja do que for - enfrentam a batalha diária de viver como gente livre.

Por isso atingir a sinceridade total, primeiro consigo mesmo, com Deus e com as pessoas é doloroso. Antes, tudo se resolvia com uma mentirinha inofensiva,
evitava mal estar, não tinha ansiedade ao ter que falar a verdade para alguém... é preciso passar a racionalizar tudo para detectar os famosos "gatilhos".

Conheça a origem da palavra "sinceridade", clique aqui
Um dia desses numa pregação eu acabei aprendendo um pouco sobre Nietszche e descobri que ele é tão admirado pela juventude de hoje, chegando a arrastar cristão de berço para sua filosofia porque ele defende o que o ser humano mais quer: viver de forma desgovernada, baseado na auto-suficiência e auto-confiança. O teólogo até brincou que Nietszche é o pai da auto-ajuda. Graças a Deus na minha pseudo-intelectualidade da velha vida eu só achava bonito falar deste camarada, mas como fraude que era nunca embarquei na filosofia do alemão.

É essa auto-confiança que precisa ser jogada fora, ignorada, banida da minha vida quando eu descubro minha incapacidade de administrar minha vida. Confiar em mim mesma vai me levar para muitos lugares, menos para a liberdade. Porque quem nasce escravo só sabe andar preso. E é assim que nasci: escrava. Minha tendência natural é criar prisões em mim mesma e nas coisas das quais fui convencida, não por ninguém, mas pelo sistema (mundo) - o mesmo que convenceu meus bisavós, meus avós, meus pais e que todos os dias tenta convencer meu filho, um sistema que está posto, e que é meu adversário, o qual em outro tempo eu andava de mãos dadas.

A sinceridade - especialmente a “auto-sinceridade” -  e a liberdade estão correlacionadas: não tem como ter uma e não ter a outra.


segunda-feira, 4 de abril de 2016

A obediência gera graça!

Educa a criança no caminho em que deve andar; e até quando envelhecer não se desviará dele.
Provérbios 22:6

De acordo com a sabedoria de Deus para educar meu filho é preciso andar com ele NO caminho, não apenas apontar O caminho por onde ele deve ir. Ele deve me ver caminhando com ele, deve ver como eu passo por esse caminho. Muito mais do que eu possa instruí-lo será o modo como eu passo por ele que será considerado como certo por ele. 

Não é uma tarefa fácil, meu filho e eu somos pessoas diferentes e muitas vezes insuportavelmente iguais, temos um abismo de 20 anos de diferença de idade, há uma geração entre nós (imagino como é para pais e mães mais maduros). Mas há um caminho em que podemos caminhar juntos, apesar de qualquer diferença: é o caminho do amor incondicional.

É um caminho em que vai haver erro, e que precisa haver pedido de perdão, em que precisa perdoar mesmo sem estar com a razão. Como é árduo esse discipulado em que as vidas estão tão próximas e todas as atitudes são observadas, imitadas, caindo no deslize do julgamento, da injustiça... e ainda assim ter a certeza de que o amor tem que prevalecer, porque isso grita dentro de mim.

Mas ser mãe é hoje para mim, não apenas uma circunstância pelo fato de eu ter um filho, mas é um chamado de Deus ao qual Ele me ordenou ser radicalmente obediente neste tempo, abandonando toda e qualquer outra perspectiva, sonho, ideal, vontade, habilidade, necessidade, facilidade...

E esse passo de obediência a Deus determina que embora meu desempenho não venha a ser o melhor, que embora eu venha a falhar muitas vezes todos os dias, que embora eu venha a ser levada a exaustão física e emocional eu terei êxito, terei resultado na vida que gerei.


E esse êxito é garantido ao meu filho e a mim exclusivamente pela graça do Senhor Jesus Cristo, porque pela graça somos salvos, por meio da fé; e isto não vem de nós, é dom de Deus. Não vem das obras, para que ninguém se glorie; Porque somos feitura de Deus, criados em Cristo Jesus para as boas obras, as quais Deus preparou para que andássemos nelas. (Efésios 2:8-10)

quinta-feira, 17 de março de 2016

Ok, eu vou. Tá, já entendi. Com cruz e tudo.

Quando Jesus Cristo pergunta aos discípulos quem falavam que ela era, Ele não estava passando por uma crise de identidade, ou uma crise existencial ou preocupado com o que diziam a respeito Dele. A pergunta de Jesus gerou em Pedro e gera em mim revelação e ela será repetida muitas e muitas vezes não porque Jesus tenha dúvida, mas para acabar com as minhas que são insistentes. E a dúvida, conforme ouvi Felipe Valente falar, é fundamental para que a fé tenha uma razão de existir e ser exercitada, porque do contrário, sem dúvidas, para que a fé? Mas essa dúvida existencial a respeito de Jesus Cristo deve ser sanada, esclarecida e aceita imediatamente com a minha própria resposta e certeza de que: "Jesus, você é o Cristo, é o filho do Deus vivo". 

Tal é a consciência de Jesus a repeito de quem Ele é e total conhecimento de quem eu sou, o questionamento Dele vem no momento exato em que independente do que eu esteja vivendo, Ele precisa me provocar uma reflexão, sobre o que custa a Ele ser quem é e especialmente o que custa a mim caminhar com Ele. É preciso que eu saiba que custa, porque como escreveu Brennan Manning no livro A Assinatura de Jesus a natureza humana quer pensar em alegria, não em angústia, mas ele esclarece um ponto que nos eleva ao Cristo: "No entanto, reconhecer a dor de Cristo e conhecer seu amor são dois aspectos que não podem ser separados".

Quando Pedro respondeu com revelação do Espírito Santo: "Tu és o Cristo de Deus", imagino eu, na impulsividade característica dele, que tenha respondido efusivamente, de forma festiva, afinal, a revelação nos traz um tipo de alinhamento com Deus, uma plenitude. E foi aí que Jesus falou em seguida sobre o seu destino de padecer, ser rejeitado, ser morto e ressuscitar. Eu compreendi como um alerta de que ser o Cristo de Deus não era nenhum "oba oba" e para deixar claro que Ele não estava sozinho nessa Ele disse: SE quiser vir junto, venha, mas é o seguinte: pegue a sua cruz primeiro, e aí vamos nessa. Eu identifiquei aí uma oportunidade e uma condição:

Oportunidade: "Se alguém quer": foi algo do tipo estar no portão, ser avisado sobre o tipo de trajeto e por isso é uma oportunidade, há um "se" que deixa aberto.

Condição: "Negue-se a si mesmo, tome sua Cruz": é um pré-requisito para a caminhada valer, é como ser convidado para festa americana: cada uma leva um prato. Vai curtir, mas vai ter que tirar um tempo para preparar algo para levar. Essa condição não determina se vou ou não vou, determina como eu vou.  A minha reflexão não é aqui sobre salvação, é sobre o tipo de caminhada que eu vou fazer. Até dá para ir mais atrás de Jesus, meio de longe, sem cruz. Ele não vai expulsar, mas com a cruz é lado a lado, sem cruz, lá na "rabeira".

A coisa com Jesus é mais complexa porque é simples (dá para entender? rsrs). Seguí-lo sem cruz dói mais, para salvar a própria vida tem que perdê-la, se topar perder eu a salvo. Aí no auge de uma crise em que eu digo: o que é isso? Onde fui me meter? Chega Jesus e me pergunta: E você, quem diz que eu sou?

E dentro de mim a resposta torna a repetir: Você é o Cristo, é o Filho do Deus vivo.
E Ele: Então deixa disso e se quer vir, larga mão dessas manias,
toma aí a tua cruz hoje de novo e "simbora".

Sou boba de não perder minha vida para Cristo salvar?

terça-feira, 15 de março de 2016

Por que eu assisto Os Dez Mandamentos?

Desde novembro do ano passado, quando a série O Dez Mandamentos da Rede Record foi disponibilizada no Netflix, Meu filho e eu começamos a assistir e já estamos chegando ao fim dela curtindo todas as emoções "novelescas" da incrível história do livro de êxodo da bíblia sagrada. Muitos irmãos cristãos torcem o nariz quando falo que assistimos e por se tratar de senso comum eu já sei quais são as observações de quem não gosta: - A Rede Record é do Edir Macedo e da Universal - A série não é fiel à Bíblia nem a história do Egito - A série tem muitas cenas de romance e até algumas consideradas "fortes" Eu não sou adepta da teologia ou da doutrina do Edir Macedo, no entanto esse cara, além de sua liderança e influência dentro de sua igreja, tem uma das maiores redes de televisão do Brasil e acredito, deve aparecer no cenário internacional, afinal ela resolveu encarar a briga por audiência com a poderosa Rede Globo de Televisão. A Record passou a investir na produção de séries baseadas na bíblia que sabe-se, causou uma mudança no perfil da audiência no Brasil. Sendo assim, temos histórias bíblicas versus novelas da Globo. Nas duas tem adultério, prostituição, corrupção, maldade, sexo, famílias destruídas. Mas a Record apresenta a redenção pela existência de um Deus único e a Globo apresenta a conformidade (para não dizer: aceitação obrigatória de nosso estado mais primitivo). Realmente ao assistir, principalmente tendo lido Êxodo dá pra identificar muita coisa que não é bíblica. Por se tratar de quase 200 capítulos entende-se que é preciso muita criatividade dos autores e roteiristas para criar a trama que liga os acontecimentos bíblicos, pensar por exemplo no que acontecia com a família de Moisés enquanto tudo acontecia com ele, assim como outras histórias que biblicamente não tem importância alguma para o propósito de esta história (a da libertação dos hebreus) ser contada a nós por Deus. Sobre os romances enfatizados e muitas vezes priorizados, também me irrita, mas de certa forma me leva a refletir que quando falamos de seres humanos estamos falando de romance, atração, envolvimento sexual lícito e ilícito e a própria bíblia relata a forte influência das paixões em momentos decisivos da história do povo de Deus (um exemplo é a outra série: Sansão e Dalila). Obviamente, principalmente os cristãos devem estar atentos à Palavra (teoricamente devem conhecê-la e consultá-la e se não o fazem, as heresias que escolhem acreditar não são culpa da série). Agora chego ao ponto que me levou a escrever sobre isso! Ontem fomos ver o filme Os Dez Mandamentos. Precisando ser um compacto, a maioria dos detalhes fantasiosos da série desaparecem e podemos aproveitar a produção artística para contemplar a soberania do Deus de Israel sobre os venerados "não sei quantos" Deuses do Egito. Como disse meu filho, o que ouvimos na saída do cinema valeu ter ido ver o filme e para mim, o convencimento ainda maior da importância dessas séries "brasileiras para o Brasil". Uma menina que estava sentada ao meu lado, ao descer as escadas para sair da sala de cinema comentou com os amigos: PRECISO VOLTAR PARA A IGREJA. Sua expressão facial era como que de uma consciência fatal a respeito de sua relação com Deus. Quando ela diz voltar para a IGREJA ela ainda despertou em mim um outro convencimento: a igreja é verdadeiramente a Noiva de Cristo. Essa menina possivelmente não lembrou de sua denominação em si, de seus pastores ou dos membros da igreja, porque o filme não trata de IGREJA, mas o que ela deve ter entendido foi que precisa voltar para DEUS. Se ela sente-se longe Dele por estar afastada da igreja, recai sobre nós, igreja - corpo e noiva de Cristo - a responsabilidade de como caminhamos, porque somos uma ponte. Foi para isso que Cristo constituiu sua igreja, para o fortalecimento de nossa fé através da comunhão. Quantos talvez tenham sido levados a Deus pela série ou por esse filme, quantos talvez tenham sentido o desejo de retornar para seu Deus? Não posso afirmar nada, mas sei que Deus ultrapassa todos os limites por causa de vidas como a minha e como a sua, como a dessa menina. Sei que precisamos ocupar os canais de comunicação, informação e entretenimento, sei que como indivíduos podemos usar essas produções como instrumentos. Lá em São Tomé e Príncipe na África eu fiquei encantada com una igreja que durante uma semana promoveu sessões de filmes ao ar livre, em diferentes locais de uma região para passar títulos "gospel" e dessa forma atrair e abrir caminho para Deus falar e se revelar. Ele pode fazer tudo isso sozinho, mas Ele nos convidou, nos comissionou e mais do que isso nos ordenou: IDE. Como vamos? Para quem vamos? O que mais penetrou no meu coração ontem com o filme e essa consciência da menina foi o poder e a fidelidade de um Deus que me chama de filha. O João Felipe estava eufórico por pensar no que o seu Pai do céu faz e no privilégio de partilharmos disso tudo.

sábado, 12 de março de 2016

#sóporhoje (Mateus 6:34)

“Não vos inquieteis, pois, pelo dia de amanhã, porque o dia de amanhã cuidará de si mesmo. Basta a cada dia o seu mal.” – Mateus 6:34

Viver um dia de cada vez não tem o mesmo significado que viver como se não houvesse amanhã. O estilo de vida que muitos têm adotado não está respaldado pela Palavra de Deus, mas sim confrontado nela, afinal viver o hoje intensamente é o que garante um amanhã saudável, não só o amanhã temporal, mas o amanhã espiritual.

Na bíblia A Mensagem o mesmo versículo deixa claro que viver o hoje é prestar atenção no que Deus está fazendo agora sem se preocupar com o que pode ou não acontecer amanhã.
Por isso, compartilho com vocês a minha oração de hoje, porque todo processo com Deus precisa que todos os dias façamos esse exercício: #sóporhoje

“A tua Palavra comunica com todas as partes do que sou. Eu a leio e penso sobre ela e tudo diz respeito a como pode e deve ser minha vida a partir de você, Jesus. Tudo o que é mentira é transformado pela verdade, e a verdade me capacita para viver livremente o hoje.

Deus, eu sei que até mesmo quem não conhece você pode adotar um estilo de vida assim, vivendo o presente, um dia de cada vez...Mas hoje, no que me cabe, eu peço a você que me ensine o seu estilo de vida para esse dia. Jesus, estabilize minhas emoções, organiza-as para tudo o que você já tem preparado. Me ajuda para que hoje a ansiedade e o medo do futuro, a culpa do passado, a tristeza e a incredulidade não anulem a oportunidade do hoje, do agora: seja o céu azul ou a chuva que você fez, que eu não perca a oportunidade do sorriso do meu filho e toda sua alegria.

Então, Senhor, tira de dentro de mim o me rouba de você, o que me afasta do que você diz que eu sou e do que você é. Se há dor para ser vivida hoje, tudo bem, que eu viva, mas que seja com sua mão apertando a minha. Sozinha, não dá, você sabe!

Me ensina a confiar, porque você é o único signo da confiança total. Aumenta hoje a minha fé, investiga a verdade do meu coração. Me empresta os seus óculos para que eu enxergue a mim mesma, aos outros e as situações através do seu olhar.

O dia é longo, é um desafio atravessá-lo, mas eu entrego a liderança para você.

Obrigada pela paciência Jesus, igual a você não há ninguém.”