domingo, 22 de março de 2015

DESAFIO: Rumo à África!

Diferente do que muitos imaginam, o Reino de Deus não está fixado apenas na ideia de eternidade. Os valores do Reino de Deus estão ou devem estar presentes aqui e agora. Pensar em missões não é pensar somente na salvação, mas sim naquilo que a Palavra de Deus pode transformar na minha vida, na sua vida, na vida do outro.
É para ter parte na mudança de realidade que o João Felipe (meu filho) e eu estamos com uma equipe de estudantes da Eted (Escola de Treinamento e Dissipulado) da Jocum (Jovens Com Uma Missão), base Monte das Águias, nos preparando para um tempo prático de dois meses em São Tomé e Príncipe, na África.

Quero desafiar você a ir conosco!
O missionário não é somente aquele que vai, mas também o que investe e o que ora. O investimento financeiro é parte essencial do caráter de missões e não se trata de um investimento em nossa vida particular, mas sim, no ideal de trazer o Reino de Deus para a terra, onde vivemos e desejamos dias melhores.

São Tomé e Príncipe
De acordo com o World Bank o país têm avançado em vários aspectos, porém está classificado como Estado Frágil segundo o critério do Banco Multilateral de Desenvolvimento, que se baseia principalmente na vulnerabilidade económica e insularidade, e continua altamente vulnerável a choques imprevisíveis, como a escassez alimentar, alterações climáticas e o impacto da recente crise financeira global. Com um escasso progresso na redução da pobreza, o desemprego continua elevado, especialmente para as mulheres e a população jovem, e as lacunas nas áreas da subnutrição crónica, mortalidade infantil e frequência do ensino secundário continuam também elevadas.

Necessidades Financeiras
URGENTE (até 05/04): Passagens (Total ida e volta para meu filho e eu: R$ 10 mil)
Até 04/05: Visto, Estadia e Alimentação (Total para meu filho e eu: R$ 4.500)

SE VOCÊ QUER AJUDAR DEPOSITE O QUANTO QUISER E PUDER!


DEPÓSITOS:
Banco Itaú
C/c.: 34422-7 Ag.:1437
CONTATO:
Whatsapp: 46 91250583
e-MAIL: larissamazaloti@gmail.com

Blog: www.larissamazaloti.blogspot.com.br

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

PODCAST 8 - A justiça do amor de Deus


Fiz uma reflexão sobre a parábola dos trabalhadores na vinha. Convido você a ouvir a mensagem que foi ao ar pela Rádio Musical Gospel. Vi nesta palavra a justiça do amor e das atitudes de Deus como a qualidade que mais afronta a natureza das nossas "humanidades".









Porque o reino dos céus é semelhante a um homem, pai de família, que saiu de madrugada a assalariar trabalhadores para a sua vinha.
E, ajustando com os trabalhadores a um dinheiro por dia, mandou-os para a sua vinha.
E, saindo perto da hora terceira, viu outros que estavam ociosos na praça,
E disse-lhes: Ide vós também para a vinha, e dar-vos-ei o que for justo. E eles foram.
Saindo outra vez, perto da hora sexta e nona, fez o mesmo.
E, saindo perto da hora undécima, encontrou outros que estavam ociosos, e perguntou- lhes: Por que estais ociosos todo o dia?
Disseram-lhe eles: Porque ninguém nos assalariou. Diz-lhes ele: Ide vós também para a vinha, e recebereis o que for justo.
E, aproximando-se a noite, diz o senhor da vinha ao seu mordomo: Chama os trabalhadores, e paga-lhes o jornal, começando pelos derradeiros, até aos primeiros.
E, chegando os que tinham ido perto da hora undécima, receberam um dinheiro cada um.
Vindo, porém, os primeiros, cuidaram que haviam de receber mais; mas do mesmo modo receberam um dinheiro cada um.
E, recebendo-o, murmuravam contra o pai de família,
Dizendo: Estes derradeiros trabalharam só uma hora, e tu os igualaste conosco, que suportamos a fadiga e a calma do dia.
Mas ele, respondendo, disse a um deles: Amigo, não te faço agravo; não ajustaste tu comigo um dinheiro?
Toma o que é teu, e retira-te; eu quero dar a este derradeiro tanto como a ti.
Ou não me é lícito fazer o que quiser do que é meu? Ou é mau o teu olho porque eu sou bom?
Assim os derradeiros serão primeiros, e os primeiros derradeiros; porque muitos são chamados, mas poucos escolhidos.


Mateus 20:1-16

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

e o Verbo estava com Deus

Passei um dia de introspecção hoje apesar de não atravessá-lo sozinha, (ainda bem). E isso é muito importante, ter pessoas que nos amem no silêncio. Então a noite como não é de costume resolvi ficar sozinha mesmo, porque o silêncio da gente pode cansar os outros mais do que a nossa tagarelice. Fui ao mercado para comprar coisas pra fazer uma sopinha. Tem algo mais digno para a nossa solidão do que nos alimentarmos com uma sopinha? Coisa bem ralinha mesmo assim, com peitinho de frango, batatinha e aquele macarrão “cabelo de anjo”. Ah, também me dei ao trabalho de fazer um suco de laranja natural. Comprei um Toblerone branco para comer mais tarde vendo um filme.

Tá, e daí?

Daí que escrevi esse primeiro parágrafo para falar do poder que as palavras têm de relatar, de transferir um acontecimento – e a nossa vida é feita de acontecimentos. A comunicação, não a midiática, mas a de relação é fantástica. Você que está lendo essa publicação pode ter uma noção real de algo que não viu, não presenciou e isso, claro nem ao menos lhe interessa, mas talvez identifique você em alguma frase, por algo que tenha vivido ou sentido.

No caminho de volta do mercado, a pé eu vinha e de repente comecei a pensar em como a palavra, seja escrita ou falada, é importante para a relação que Deus estabelece conosco. Taxativamente a Criação no livro de Gênesis na bíblia se deu pela palavra.

“E disse Deus” é o que introduz a todos os versículos que indicam o que Deus fez em cada dia da fundação do mundo. Luz, terra, céus, mares, animais e gente: a gente, nós, você e eu.

Em João, capítulo 1 um dos mais belos e poéticos versos na minha opinião: “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus.”. No dicionário, VERBO significa PALAVRA, VOCÁBULO, EXPRESSÃO, PALAVRA QUE DESIGNA AÇÃO entre outros. E o VERBO no caso de João 1:1 é JESUS. Caramba, como a palavra é importante, a palavra é viva, a palavra é Deus.

Outro dia eu comentava com minha amiga Carla que eu ainda não sabia qual era o dom do Espírito Santo para minha vida na obra Dele. Não sei cantar nem tocar, não sou da dança nem do teatro...não sei se sou da profecia, da intercessão, da misericórdia... No culto do último domingo me dediquei a me entender com o Pai a respeito disso. Logo depois meu amigo Ed que Deus enviou para minha vida, que vive lá longe “nos estrangeiro” disse que orando por mim teve uma visão a meu respeito...a visão dele sem ele saber de absolutamente nada foi a resposta para aquilo que eu havia pedido durante o culto.

Para bater o martelo, a mesma amiga a qual eu havia me lamentado sobre minha “falta” de dons me enviou um link de um texto da Bráulia Ribeiro (a qual eu rendo admiração pela ousadia nas palavras – e ações -) a respeito de seu tempo como colunista da revista Ultimato e só pelo título Ultimato 47anos: uma missão das letras eu entendi o porquê eu pensei sobre a importância da palavra para Deus quando eu voltava do supermercado. Perceba como Deus é direto: estava eu questionando sobre qual era meu dom, sobre como eu serviria para o Reino e Ele me responde: "uma missão de letras". Eureka! Bingo! Pimba na gorduchinha!


Ele me deu o dom da palavra – escrita e falada – e eu ainda reclamando. 

Tudo o que fiz minha vida inteira, pessoal e profissional foi escrever e falar. Quando eu era pequena, bem pequena mesmo, sentava-me num banquinho e fazia um outro banco de mesa e dizia para minha avó, mãe, pai, tios e tias: “me diga um assunto para eu escrever” e eu discorria livre e facilmente sobre qualquer coisa que fosse. Por 12 anos trabalhei com jornalismo. 

Como pude ter dúvida sobre aquilo que Deus foi me capacitando ao longo da vida? Já escrevi e falei sobre tudo quanto foi coisa, mas apenas há 8 meses é que cheguei ao ápice do grande texto. 

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

PODCAST 7 - SEJAMOS SEMENTE, SEJAMOS SEMEADOR


Pintura de Van Gogh
E dizia: O reino de Deus é assim como se um homem lançasse semente à terra.
E dormisse, e se levantasse de noite ou de dia, e a semente brotasse e crescesse, não sabendo ele como.
Porque a terra por si mesma frutifica, primeiro a erva, depois a espiga, por último o grão cheio na espiga.
E, quando já o fruto se mostra, mete-se-lhe logo a foice, porque está chegada a ceifa.

Marcos 4:26-29

 E não podemos esperar nem de nós mesmos que a semente lançada já se torne um fruto porque isso seria contra a natureza criada por Deus. Por isso toda planta tem seu tempo de colheita. Somos várias espécies de plantas convivendo no mesmo campo, umas já estão sendo colhidas, outras ainda nem apareceram. 





quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

PODCAST 6 - Reconhecer o pecado para abandoná-lo



1 JO 1:8 - Se dissermos que não temos pecado, enganamo-nos a nós mesmos, e não há verdade em nós.

Colossensses 2: 6-7 - Como pois, receberes o Senhor Jesus Cristo, assim também andai nele, arraigados e edificados nele, e confirmados na fé, assim como fostes ensinados, nela abundando em ação de graças.

Como podemos receber perdão do que não admitimos? Como podemos nos afastar de algo que negamos ter? É através do reconhecimento de que somos pecadores que o Espírito Santo começa a trabalhar. Precisamos entender que não há religiosidade na santidade, mas sim, há liberdade quando entendemos que buscar o caminho do correto não é ser bobo ou adestrado, mas é encontrar sua
identidade própria, sair da padronização de gente que é a vida sem o evangelho.




segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

PODCAST 5 - QUANDO PENSAMOS QUE DEUS NOS ABANDONOU

Ao passar pelo posto de emergência 24h ou pelos plantões de hospitais podemos perceber a agonia de quem sente dor e enfrenta os limites do corpo. Quando enfrentamos situações assim podemos até pensar que Deus nos deixou, mas entregue seu espírito nas mãos de Deus. Não perca sua esperança Nele porque até na dor Ele está bem perto.


sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

PODCAST 4: A nossa responsabilidade no relacionamento

Muitas vezes nós deixamos apenas o tempo que nos sobra para dedicar a Deus. Agimos assim também com pessoas queridas, muitas vezes sendo irresponsáveis com aquilo que cativamos.

No livro O Pequeno Príncipe há uma reflexão sobre o relacionamento, sobre o que realmente é importante e sobre nossa responsabilidade.

No PODCAST de hoje eu falo sobre isso como desafio para nós em 2015.